Meu Menu Urbano

Sua melhor refeição. Em qualquer lugar do mundo.

1

Beto Madalosso: de Santa Felicidade para o mundo

De gênio e louco todo mundo tem um pouco, mas Beto Madalosso tem muito dos dois!

Foi em um almoço na Forneria Copacabana, em Curitiba, quando me veio um estalo “é hora de compartilhar sobre um cara que admiro de longe”. Tive poucas conversas, ouvi muitas histórias e provei bastante das delícias que ele prepara: estou falando do Beto Madalosso!

Sai do restaurante com a ideia do texto, as primeiras palavras, e o que eu já escrevi por aqui. Palavras que representam bem o que admiro no chef, viajante, empresário e dono de restaurante: para ser diferente em um mundo tão igual você precisa de pouco, precisa colocar amor naquilo a que você se dedica.

Originalmente, este era um texto que iria falar apenas sobre o restaurante Forneria Copacabana, então, se você quiser pular direto pra essa parte, basta descer algumas linhas. Caso você tenha alguns minutos para ouvir uma pequena história, aqui vou eu…

De longe ele me parecia um louco, de perto me parecia um gênio da administração gastronômica. De longe era um viajante, de perto alguém sedento por boas histórias, boas receitas. De longe me parecia um chef, de perto um bom contador de momentos bons da vida.

Se você der uma pesquisada rápida sobre o Beto, vai descobrir o que todo mundo imagina, nasceu praticamente dentro da cozinha de um dos restaurantes mais tradicionais de Curitiba, trabalhou e aprendeu em todos os setores do restaurante da família, e hoje tem um restaurante bem conceituado na cidade.

Depois de uma pequisa rápida, você pode conhecer um Beto bem menos informal do que os posts tradicionais ou das materiais de jornais, é o menino das redes sociais, das viagens pelo mundo e das aventuras na cozinha.

Conheci ele na cozinha do Bom Gourmet, da Gazeta do Povo, e  enquanto preparava os ingredientes da receita que faria a seguir, ele me contava sobre uma de suas viagens de moto pela Europa. O entusiasmo tomava conta dele, dava pra ver nos olhos e no cuidado do preparo o amor que ele dedicava ao que fazia no momento, tanto na história da viagem como na preparação do prato.

Só estas palavras me bastariam para descrever o Beto, a gastronomia que ele prática e também os pilares da administração gastronômica que ele coloca em prática. Mas preciso ir além, preciso compartilhar o que de fato acredito e aprecio na gastronomia que ele serve.

É hora de falarmos sobre o Forneria Copacabana

Hoje, o restaurante fica na Rua Iguaçu, em Curitiba. Já teve outro espaço, no Itupava. Eles mudaram o conceito e agora são um espaço de eventos por lá, o que me faz pensar que ainda vou poder visitar aquela casa linda que eles projetaram em um bairro tão querido da capital Paranaense.

Atualmente, o restaurante fica no térreo de um prédio corporativo bem movimentado, então durante a semana você vai ver em grande parte um público que é da região. Mas o que mais me chama atenção no Forneria são os almoços de domingo. Família reunida, vó, tio, padrinho, mãe, pai, irmã, cunhado e tudo mais.

É aquela sensação de você ir ao Madalosso só que moderno (ou seria mais moderno?), as origens de Santa Felicidade, só que no Água Verde.

O restaurante Forneria Copacabana traz o moderno para os pratos, para as fotos nas paredes e para o conceito. É a comida da vó, moderna, bonita e com gostinho de que você precisa comer mais.

Com uma variedade de pratos quentes, saladas e sobremesas (aqui tem um ponto especial, e você precisa separar aquele pedaço do estômago só pras sobremesas), o ambiente faz saciar todos os tipos de paladares. Dos mais requintados aos que buscam a comida caseira.

Ao Beto e ao Forneria, vida longa. Sabores para conhecer e compartilhar.

 

Forneria Copacabana

Abre para almoço e jantar
Avenida Iguaçu, 2820, Água Verde, Curitiba – PR
Telefone: 41 3243 5787
www.forneriacopacabana.com.br

Curitibagastronomia

gurtat • 25 de junho de 2017


Previous Post

Next Post

Comments

  1. Beto madalosso 24 de julho de 2017 - 18:09 Reply

    Meu deus do céu! Como é louco ouvir o que as pessoas pensam – e escrevem – sobre a gente. Sabe, as vezes (quase sempre) eu esqueço quem sou, o que fiz, e quais são meus sonhos. Tanto é que em dias tristes eu ligo pra minha mãe e pergunto: “mae, cadê aquele cara que dá palestras, inspira as pessoas, e que viaja pelo mundo sem medo? Cadê, mae?”, me referindo a mim mesmo quando sou incapaz de achar o meu caminho. É difícil dizer o que sinto ao ler esse relato sobre mim. É estranho. Porque o texto fala de uma pessoa que me encanta, e, de repente, essa pessoa sou EU! Que lindo! Que prazer! Que satisfação! Muito, MUITO!, obrigado pelo carinho e pelas gentilezas das palavras. Quem escreveu tem o dom de inspirar e fazer sonhar. Quem escreveu tem mão boa, escreve com amor.

Deixe uma resposta

Your email address will not be published / Required fields are marked *